08
Fev 10

A Madeira vai ganhar mais 52,5 milhões de euros com a entrada em vigor da nova Lei das Finanças Regionais que, devido à norma de ressalva introduzida à última hora, não reduz as transferências do Estado para os Açores.

publicado por Alberto Pita às 10:43

06
Fev 10

O líder do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, defendeu na sexta feira que o processo político de aprovação da lei das finanças regionais demonstrou "ser possível fazer um compromisso histórico em Portugal que liberte o país do PS".

Jardim falava após a reunião da comissão política regional do PSD/Madeira, pronunciando-se publicamente, pela primeira vez,  sobre a aprovação da  revisão da lei das finanças regionais na Assembleia da República.

"A lei que foi aprovada não é a que foi proposta pela Assembleia Legislativa da Madeira: houve que fazer algumas transigências para fazer que a lei fosse aprovada", disse.

Jardim reconheceu o "esforço, o valor e mérito" de todos os intervenientes, entre os quais o "negociador-mor", Guilherme Silva, além da "posição, a certa altura isolada e muito difícil, dos deputados madeirenses José Manuel Rodrigues (CDS) e Miguel França (PS) e do PCP que "fechou" e honrou o compromisso assumido no parlamento madeirense, não apresentando qualquer proposta de alteração ao diploma.

Realçou que todo o processo político deitou por terra a ideia de que "não há alternativa a este Governo", apontando que o PS foi o único a responder negativamente ao apelo para o entendimento e estabilidade feito pelo Conselho de Estado.

"O Senhor Presidente da República terá que tirar as ilações do acordo que foi possível estabelecer entre quatro partidos, entre uma maioria, dando cumprimento à vontade do Conselho de Estado", declarou o líder madeirense.

Jardim realçou que foi aberto um precedente e "ninguém pode provar que não possa haver um compromisso histórico em Portugal, à semelhança do que aconteceu em Itália, para enfrentar a situação nacional", considerando que "o problema é o Partido Socialista desprovido de valores e cujo objectivo é a conquista e manutenção do poder".

"A partir de agora há uma hipotética alternativa desenhada, não pode o Presidente da República pensar que não há outras soluções de governo até maioritárias, haja é bom senso", reforçou.

"Ponho esta em cima da mesa sabendo que posso atrair sobre mim fúrias ainda mais fundamentalistas, mas ficou demonstrado pela primeira vez que era possível um compromisso histórico em Portugal", apontou Jardim, considerando que o comportamento adoptado por Cavaco Silva nestes últimos dias foi "perfeito e impecável".

O líder insular frisou que "o PS foi experimentado, deu no que deu, pelo que o papel do partido socialista é mandá-lo para a oposição e encontrar uma solução para o país".

Referiu também que neste processo "se assistiu a coisas espantosas, a ameaças de demissão" do ministro das Finanças e o primeiro ministro, "mas mais uma vez disseram uma coisa e fizeram outra, continuam lá, com a agravante de que ameaçam até não cumprir a lei (aprovada) na Assembleia da República".

Jardim considerou ainda que é "grave" avançar-se com ameaças de pedidos de constitucionalidade do diploma, o que "dá a impressão que alguém anda a contar com uma deriva política do Tribunal Constitucional"

"É preciso recuperar Portugal e cada dia que passa é tarde", concluiu.

Na documentação entregue à comunicação social presente, "num esclarecimento à opinião pública", o Governo Regional  aponta que, nas transferências do Orçamento de Estado para as regiões autónomas de 1998 a 2009, incluindo o PIDDAC e autarquias locais), os Açores receberam mais mil milhões de euros do que a Madeira.

Fonte: Texto da autoria integral do Jornal de Notícias

publicado por Alberto Pita às 18:07

03
Fev 10

«A alteração da Lei das Finanças Regionais, a ser votada sexta-feira na Assembleia da República, não resolve o problema da sustentabilidade das finanças públicas da Madeira, dada a sua incapacidade de gerar receitas para pagar os encargos e juros da dívida. Apenas poderá dar resposta imediata às dificuldades de tesouraria», escreve jornal Público.

Ao aprovarem a proposta por unanimidade no parlamento regional, eventualmente por temerem os efeitos eleitorais de se oporem a uma lei que "dá mais direitos à Madeira", os partidos, do CDS-PP ao BE, criticaram o continuado "regabofe financeiro" e "descalabro" das contas públicas na região.

O PS requereu esta semana a constituição de uma comissão eventual de inquérito na Assembleia Legislativa da Madeira para análise e responsabilização política dos termos de endividamento "ilegal e irracional" da região.

«Apresentada no momento em que na Assembleia da República se discute a questão do endividamento no âmbito da alteração à Lei das Finanças Regionais, a iniciativa, que será viabilizada com o apoio de deputados de outros partidos da oposição, visa avaliar as consequências do endividamento para o orçamento regional e para gerações futuras.

Não só a dívida directa da região (que ultrapassa já os 1100 milhões de euros) regista um crescimento significativo como também se verifica um crescimento "galopante" do endividamento indirecto (que desde 2000 cresceu mais de mil por cento, ultrapassando em 2008 os 1200 milhões de euros e atingindo os 1500 milhões em 2010) e um crescimento "descontrolado" do endividamento do sector público empresarial da região (não avalizado), que ultrapassa os mil milhões de euros», diz o mesmo matutino.

O PS critica também a utilização "excessiva e imponderada" dos mecanismos de financiamento que conduzem à desorçamentação e se traduzem em endividamentos de longo prazo que "comprometem seriamente a flexibilidade do Orçamento para acudir às necessidades económico-sociais do desenvolvimento regional. Neste caso apontam as concessões rodoviárias Via-litoral, Via-expresso ou Viamadeira, que, todas juntas, nos próximos anos, significam responsabilidades acima dos 1500 milhões de euros, correspondendo a pagamentos anuais na ordem dos 200 a 300 milhões de euros do Orçamento. E as situações de investimentos, com retorno negativo, que não geram as receitas suficientes para pagar nem as amortizações de capital, nem a manutenção e exploração do investimento, como acontece com as sociedades de desenvolvimento, em que foram injectados 500 milhões.

No parecer sobre a Conta da Região de 2005, o Tribunal de Contas concluiu que a Madeira ultrapassou nesse ano os limites de endividamento com a operação de titularização de créditos no valor de 150 milhões de euros. E considerou que a "administração regional não agiu em conformidade com a lei", ao aumentar o seu "endividamento líquido em 119,6 milhões de euros".

A dívida global da Madeira, nos cálculos do economista e deputado regional do PS, Carlos Pereira, aproxima-se já dos 6000 milhões de euros (cerca de 125% do PIB regional) e os respectivos juros e encargos absorvem 30 por cento do orçamento anual, que é de 1500 milhões. "O problema principal da Madeira não é a Lei das Finanças Regionais, mas o regabofe governativo e o despesismo galopante do governo de Alberto João Jardim", conclui Carlos Pereira.

Se conseguir 80 milhões na aprovação da lei, esse montante será insuficiente para pagar de imediato a dívida de 83 milhões às farmácias, que ameaçam cortar o fornecimento de medicamentos aos utentes da Madeira se não forem saldados os débitos acumulados até Outubro de 2009. Depois de ter assumido 110 milhões de contos (550 milhões de euros) correspondentes então a 70 por cento da dívida regional, aquando da primeira Lei das Finanças Regionais em 1998, o governo de António Guterres pagou, pelos votos da Madeira necessários à aprovação de um orçamento rectificativo, 12 milhões de contos (60 milhões de euros) da dívida existente no serviço regional de saúde, verba que não chegou às farmácias. Estas também não foram contempladas pelos 265 milhões de euros concedidos pelo Governo de José Sócrates, no âmbito do programa Pagar a Tempo e Horas, nem pelo empréstimo de 79 milhões que a região foi autorizada a contrair nas negociações do Orçamento redistributivo de 2009.

Fonte: Jornal Público

publicado por Alberto Pita às 11:51

29
Jan 10

O debate quinzenal, sobre o Orçamento de Estado para 2010, ficou marcado pela ausência de comentários ou respostas do primeiro-ministro sobre a alteração à lei das Finanças Regionais, em debate nos gabinetes parlamentares. Depois de não ter respondido às críticas lançadas por Francisco Louçã, deputado do Bloco de Esquerda, foi parco em palavras quando questionado pelos jornalistas.
«O Governo não tem falado de outra coisa nos últimos dias. O apelo do ministro das Finanças foi seguido, agora estamos a negociar na comissão». Estas foram as únicas palavras de José Sócrates, à saída do hemiciclo, que rapidamente de se apressou para a saída sem prestar mais esclarecimentos. O motivo foi só um: Sócrates não quer «interferir nas negociações».

José Sócrates referia-se ao «apelo de responsabilidade e bom senso», referido por Teixeira dos Santos, na passada quarta-feira, tendo considerado o adiamento aprovado pelos partidos como uma oportunidade para encontrar uma boa solução.
No debate quinzenal, marcado pela discussão sobre o elevado défice de 2009, José Sócrates não respondeu às questões levantadas por Francisco Louçã: «O pior ano da crise foi o ano mais baixo em termos de investimento público. E, depois, vem esta trapalhada da lei da madeira, onde o sr. Primeiro-ministro veio à introduzir um aumento de endividamento de 79 milhões de euros à Madeira. Até se diz que o ministro das Finanças contrariou essa decisão, algo que o próprio não desmentiu».
Esta sexta-feira, o Governo volta a reunir-se com a oposição para discutir a alteração a esta lei. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, recebe o PSD.

As propostas de alteração à lei têm de ser apresentadas até às 12h da próxima segunda-feira, cuja votação será feita na sexta, dia 5, antes da discussão sobre o OE.

publicado por Alberto Pita às 20:40

28
Jan 10

O clima é de cortar à faca entre o Governo e a oposição por causa da revisão à Lei das Finanças Regionais (LFR) proposta pela Madeira.

O Executivo recusa em absoluto o articulado, argumentando que ele acrescenta despesa ao Orçamento do Estado (OE 2010), cuja proposta entrou ontem na AR pelas 22 horas e 20 minutos. "Ou se pára o processo [legislativo] e há vontade genuína de negociar, ou temos o caldo entornado", disse ontem ao DN uma fonte governamental. Francisco Assis, líder parlamentar do PS, avançava, pelo seu lado, que as negociações iriam "continuar pela noite fora".

Para hoje está agendada a votação e discussão da LFR na especialidade. A votação final poderá ser já amanhã. O Governo agita o fantasma de uma crise política (ver entrevista com Jorge Lacão nas páginas 34 e 35). A disposição de José Sócrates para o tudo ou nada foi comunicada pelo próprio à oposição.

Na Madeira, Alberto João Jardim disse o que, no seu entender, está em causa: um Governo a fazer "chantagem" com a oposição e a procurar um "pretexto" para se "ir embora" - isto é, provocar eleições antecipadas. E isto, segundo acrescentou, num diploma que só representa 0,05% do PIB. No Parlamento, o líder parlamentar do PSD sublinhava este aspecto: um "impacto orçamental pouco relevante".

A proposta avançada pela Assembleia Legislativa da Madeira altera a LFR aprovada pelo Governo em 2007, que veio mudar o financiamento às regiões autónomas. A Madeira exige um regresso à fórmula de cálculo anterior e quer ainda ser compensada pelos valores que diz ter perdido nos últimos anos - o PSD/M falava em 111,5 milhões de euros, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República apontou para 165 milhões.

O PSD voltou ontem a recuar nesta reivindicação. Os sociais-democratas propõem agora o não pagamento de um empréstimo de 102 milhões de euros contraído pela região autónoma em 2008, junto do Estado central - a dívida ficaria saldada em metade no final de 2011 e o restante no final de 2012. Mas mesmo esta proposta não deve passar - CDS e BE estão contra o pagamento de retroactivos à Madeira. "Queremos corrigir a injustiça das transferências, mas não aceitaremos retroactivos", garantiu ontem o bloquista Luís Fazenda. Todo o problema está, portanto, colocado no que une toda a oposição, mas não é aceite pelo Governo: o aumento das transferências anuais para as regiões autónomas: 74 milhões para a Madeira, 7,5 para os Açores.

À nova LFR, o Governo contrapôs a possibilidade de se aumentarem os limites do endividamento das regiões autónomas e ainda a regulamentação dos projectos de interesse comum. Guilherme Silva, n.º 1 do PSD madeirense na Assembleia da República, recusou: "É mais uma manobra política para atirar a lei para as calendas e para não aplicar no OE de 2010. O Governo sabe que está numa posição de teimosia e de intransigência incompreensível, quer 'dar um lamiré' de que tem alguma abertura [para negociar], quando não tem nenhum", disse ao DN.

Na Assembleia Legislativa da Madeira, Agostinho Gouveia, deputado do PSD/M, acusou o ministro das Finanças de ter "ódio à Madeira". "O que ele [Teixeira dos Santos] quer é abandonar o barco que ajudou a afundar, usando, agora, um falso argumento para justificar a sua saída. Basta de tanta mentira. Se não está bem, vá embora. Com certeza que haverá, neste país, pessoas para gerir bem os dinheiros públicos."

Em declarações ao DN, o líder parlamentar do CDS-PP, Pedro Mota Soares, disse que este é "um problema que o PS e o PSD deveriam ser capazes de resolver". Segundo acrescentou, o CDS-PP "sempre disse que queria uma lei mais justa, mas [elaborada] no quadro das dificuldades que o País atravessa". Os democratas-cristãos - que nas últimas legislativas elegeram pela primeira vez um deputado na Madeira - querem que a nova LFR inclua uma cláusula garantindo que os Açores não perderão dinheiro. E admitem, tal como o BE, que a Madeira não receba retroactivos pelas verbas perdidas desde 2007.

Texto da autoria integral do Diário de Notícias de Lisboa

publicado por Alberto Pita às 00:29

25
Jan 10

A líder do PSD recusou esta segunda-feira que a alteração à Lei das Finanças Regionais “desfigure” o Orçamento de Estado para 2010, mas insistiu que o diploma da Madeira nada tem que ver com a questão orçamental.

“Se for aprovada nos mesmos termos não desfigura o Orçamento, porque o acréscimo que lá está em termos de despesa adicional não é nada que desfigure o Orçamento”, afirmou a líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, na conferência de imprensa realizada na sede do partido e onde anunciou a abstenção do PSD no Orçamento de Estado para 2010.
Interrogada se a falta de acordo com o PSD acerca da revisão da Lei das Finanças Regionais impediu o voto favorável do partido no Orçamento de Estado para 2010, Manuela Ferreira Leite disse que não, sublinhando que o partido nunca misturou a questão orçamental com “aspectos que não têm a ver com a questão orçamental”.
publicado por Alberto Pita às 21:44

23
Jan 10

O CDS/PP dos Açores está “totalmente” contra a proposta de alteração da Lei de Finanças Regionais apresentada à Assembleia da República “pelo PSD/Madeira e pelo dr. Alberto João Jardim”. Depois do presidente socialista Carlos César ter acusado o PSD, PCP e BE de estarem a “atraiçoar” os interesses açorianos ao defenderem a proposta, o líder dos populares Artur Lima lamenta a postura do PSD açoriano que “compactuou com uma lei que rouba dinheiro aos Açores”.

publicado por Alberto Pita às 20:25

21
Jan 10

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que o desenvolvimento da Madeira foi feito pelos madeirenses porque a Região não podia contar com o Estado central.

“Com a República portuguesa não se podia contar, ainda hoje a República portuguesa o que faz na Madeira?”, questionou na inauguração do novo percurso pedonal do Paúl da Serra à Ribeira da Janela do concelho do Porto Moniz, num investimento de um milhão de euros.

“Não tem um único investimento, tem tribunais, tem forças de segurança, estão aqui para nos fiscalizar e mais nada”, disse, concluindo que “é preciso saber resistir”.

À margem da inauguração, Alberto João Jardim escusou-se a falar sobre a revisão da Lei das Finanças Regionais mas prometeu que, no fim, vai “contar tudo” e sobre a dívida do Governo Regional às farmácias respondeu de forma enigmática: “desde que o presidente do Benfica se colou nas eleições ao José Sócrates, eu estou convencido que está tudo feito, o campeonato há-de ser do Benfica e o Marítimo e os outros que se cuidem”.

O secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Ramos, que também esteve presente na inauguração por ser natural do Porto Moniz, explicou à Agência Lusa, a proposta de regularização da dívida às farmácias estava atrasada devido à expectativa de revisão da Lei das Finanças Regionais.

“Nós temos uma dívida à Associação Nacional de Farmácias está combinado com o presidente da ANF, dr. João Cordeiro, apresentarmos uma proposta para regularização da dívida, estamos a trabalhar e quando ela estiver concluída apresentaremos à Associação”, disse.

“Acredito que até ao fim de Janeiro, nós estaremos em condições de apresentar essa proposta à ANF”, concluiu.

De acordo com o Diário de Notícias de Lisboa, o Governo Regional tem uma dívida de 80 milhões de euros à ANF, reportada aos anos de 2008 e 2009.
 

publicado por Alberto Pita às 01:07

A Madeira vai levar 70 congressistas ao XII Congresso da ANAFRE - Associação Nacional de Freguesias, que se realiza da próxima sexta-feira a domingo, no Centro de Congressos de Lisboa. O encontro decorre sob o tema “Mais competências, melhor Poder Local” e vai contar com 1.500 participantes.
publicado por Alberto Pita às 01:06

16
Jan 10

O Turismo da Madeira abriu nesta última sexta-feira o primeiro posto de informações em Portugal Continental, iniciativa que quer potenciar a imagem da região autónoma junto do mercado interno.
"Num momento em que estamos a apostar numa estratégia virada para o mercado interno é fundamental ter este espaço para facilitar a proximidade com o público em geral, mas também com os operadores turísticos nacionais", afirmou a secretária regional do Turismo e Transportes da Madeira, Conceição Estudante, que presidiu à inauguração do espaço.
O turismo português é, neste momento, um dos três grandes mercados do destino Madeira, sendo aquele que irá apresentar os melhores resultados no total de 2009, segundo a responsável.
"Até Agosto, tinham entrado na Madeira cerca de 180 mil portugueses", referiu Conceição Estudante, que preferiu não comentar os indicadores sobre ocupação hoteleira hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os dados do INE revelaram que a hotelaria portuguesa acolheu 12,3 milhões de hóspedes, um decréscimo de 3,4 por cento face ao mesmo período de 2008, indicando ainda que as regiões autónomas apresentarem as maiores descidas.
 

publicado por Alberto Pita às 14:55

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