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Jan 09

Setenta e sete mil euros é o valor da indemnização que Rui Manuel Castro reclama à PSP por ter divulgado à comunicação social a apreensão de droga no interior da sua viatura em 2005 quando sofreu um despiste na via-rápida.

Tudo aconteceu no Funchal em Fevereiro de 2005 quando Rui Manuel Castro conduzia na via-rápida e sofreu um despiste. A PSP-Madeira foi chamada ao local e no interior da viatura acidentada apreendeu um pó castanho que, após ter sido submetido a um teste rápido, 'revelou' ser heroína.

Sem demoras, o Comando Regional da PSP anunciou, numa nota de imprensa, a apreensão da 'droga', uma notícia que na altura foi veiculada pelos vários órgãos de comunicação social da Região.

Mas o caso sofreu uma reviravolta inesperada, com a esposa de um dos 'suspeitos' a intervir, logo no dia seguinte, e a garantir que a substância apreendida na carteira do marido era apenas um pó que havia comprado numa ervanária local que servia para expulsar 'espíritos malignos' e afastar o 'mau-olhado'.

Seis meses, foi o tempo que demorou entre o envio do pó castanho para análise no Laboratório de Polícia Científica em Lisboa e a chegada dos resultados à Madeira, que vieram confirmar a versão do até então suspeito. Afinal não se tratava de droga mas sim de 'Polvina'.

 

publicado por Alberto Pita às 18:50

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