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Fev 09

Utilizadores do Google Earth detectaram uma figura geométrica a 600 quilómetros a oeste da ilha da Madeira, que parece indicar uma cidade submersa.

Se utiliza uma versão recente do Google Earth, que inclua a funcionalidade Google Ocean, poderá observar a imagem que está a gerar polémica em alguns fóruns da Internet na posição 31°20'44.37"N, 24°26'51.35"W.

O desenho geométrico sugere uma construção geométrica, que jaz no fundo do oceano.

No entanto, segundo a PC Pro, a Google já desmentiu esta hipótese indicando que os desenhos são resultado dos rastos deixados por barcos que fizeram o levantamento do fundo submarino. Parece que ainda não foi desta que se descobriu a Atlântida tão bem retratada por Platão.

 

O que é a Atlântida?

A menção conhecida mais antiga é a feita pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos Timeu e Crítias). Platão conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo atlante. Segundo o sacerdote, o povo de Atlantis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o oceano começava.

Mas a sua localização não é, de todo, um tema pacífico entre os estudiosos.

Há diversas correntes de teóricos sobre onde se situaria Atlântida, e sobre quem teria sido seus habitantes. A lenda que postula Atlândida, Lemúria e Mu  como continentes perdidos, ocupados por diferentes raças humanas, ainda encontra bastante aceitação popular, sobretudo no meio esotérico. (Não confundir com os antigos continentes que, de acordo com a teoria da tectónica de placas existiram durante a história da Terra, como a Pangéia e o Sahul

Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal oceânica, que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, facto que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.
Fontes: Exame Informática/Wikipédia

 

publicado por Alberto Pita às 11:45

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