25
Abr 08

Os passageiros que adquirem viagens aéreas entre a Madeira e o Continente em cima da hora estão descontentes com os preços que a liberalização trouxe ao mercado, disse, ontem, o delegado regional da APAVT, João Welsh.

Esse descontentamento deve-se, segundo explicou o delegado regional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), ao facto das tarifas aéreas feitas na hora, agora não sujeitas às obrigações de serviço público, estarem a ser comercializadas em valores superiores aos que vigoravam no anterior regime (antes da liberalização) apesar da campanha promocional em curso da TAP: «você voa, o seu dinheiro não, 71 euros Lisboa e Porto».

publicado por Alberto Pita às 21:49

07
Fev 08

Uma nova companhia aérea madeirense, com o nome de FlyMI, em que o MI são as iniciais de 'Madeira Islands' (Ilhas da Madeira), designação que surgirá sempre em inglês por uma questão de mercado, prepara-se para voar muito em breve.
Um grupo madeirense é o responsável pelo lançamento desta nova companhia aérea que terá sede na Região Autónoma da Madeira e cujos aviões ficarão baseados no Funchal ou no Porto Santo.

O comandante de linha aérea Miguel Freitas, actualmente ao serviço da TAP, lidera o projecto que se encontra em fase adiantada de execução.

A nova companhia aérea, cujo sítio na Web ainda está em construção, irá ter dois aviões Boeing 737-700 ou 800 da Nova Geração, com capacidades entre os 170 e 190 lugares, e, segundo informações, já aconteceram contactos com o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) estando previsto que ainda este mês seja apresentado pelos promotores o pedido de Certificado de Operador Aéreo (COA).

A Fly MI-Aviation and Business está sedeada na Rua do Bom Jesus 22, em Santa Cruz.

publicado por Alberto Pita às 20:24

25
Jan 08

O Sindicato dos Técnicos de Handling dos Aeroportos (STHA) e o Ministério do Trabalho chegaram hoje a acordo sobre os serviços mínimos garantidos para a greve de 1 a 4 de Fevereiro, disse fonte sindicado.

Em declarações à Lusa, André Teives, do STHA, disse que durante os quatro dias de greve serão garantidas quatro ligações diárias Lisboa-Funchal, duas ligações diárias Lisboa-Ponta Delgada e um voo diário entre Lisboa e a Terceira.

Serão também asseguradas uma ligação diária entre o Funchal e Porto Santo, entre o Porto e o Funchal e entre o Porto e Ponta Delgada.

A greve, que terá início às 00:00 do dia 1 de Fevereiro, será extensível aos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo, sendo previsível o aumento no tempo de espera da entrega das bagagens, longas filas para o check-in e o cancelamento de voos.

Os trabalhadores da empresa de assistência em terra Groundforce protestam contra a passagem de três serviços da empresa para a tutela da TAP, exigindo a reintegração dos 2.900 trabalhadores da Groundforce na TAP e a anulação da privatização da unidade de negócios de handling, que teve lugar em 2003.

Em resposta, o administrador-delegado da Groundforce, apelou ao "bom senso", afirmando que a paralisação terá um "efeito devastador".

Fonte: Observatório do Algarve

publicado por Alberto Pita às 19:47

22
Out 07

A transportadora aérea nacional vai assegurar os serviços mínimos de ligação às ilhas amanhã, dia 23, primeiro dia da greve dos pilotos - noticia o Expresso online.

Deste modo, estão previstas para amanhã duas ligações de ida e volta para o Funchal, a partir de Lisboa e uma ligação Lisboa-Pico-Terceira.

A SATA também assegurará um serviço mínimo de ligação para a Horta, em "code-share" com a TAP.

A companhia pede aos seus passageiros para não comparecerem nos aeroportos sem entrar em contacto com o seu «call center».

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SAPC) apresentou um pré-aviso de greve a realizar de uma forma intercalar, nos próximos dias 23, 25 e 27, em protesto contra o regime geral de pensões e o alargamento da idade de reforma até aos 65 anos.

Recorde-se que os pilotos já fizeram idêntica acção de protesto e recusa de voar nas folgas e em horas extraordinárias, do final de Dezembro de 2006 a meados de Abril de 2007, tendo chegado a acordo com o Governo quanto à não obrigatoriedade de terem de trabalhar até aos 65 anos, situação que tenderá a se verificar se o Executivo levar por diante um projecto de diploma sobre o regime de acesso às pensões de velhice dos pilotos a que o Expresso teve acesso.

Se nada se alterar nas reivindicações dos pilotos, estes prometem uma nova paralisação intercalar nos dias 5, 7 e 9 de Novembro.

Para agravar a situação, nos dias 28, 29 e 30 de Outubro, será a vez do pessoal de cabina da Portugália e da SATA entrar em greve em protesto contra a degradação das condições de trabalho, diminuição da horas de folga semanais, programação de voos durante os tempos de repouso e não programação de férias aos tripulantes de cabina contratados a prazo.

Por sua vez, os trabalhadores do serviço de assistência em terra ("handling") da Groundforce preparam-se para iniciar uma série de paragens parciais (entre as 15h00 e as 17h30), a partir da próxima sexta-feira, dia 23, e até ao dia 31 de Dezembro. Esta greve poderá contribuir para o agravamento da entrega de bagagens, já por si problemático, pela falta de infraestruturas adequadas ao movimento actualmente existente no aeroporto de Lisboa.

Fonte: Texto da autoria parcial de Expresso online

publicado por Alberto Pita às 22:56

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, acusou, hoje, o Governo da República de «autista», «imprudente» e «incompentente», face à onda grevista que grassa em Portugal, designadamente a paralisação dos pilotos portugueses contra a a reforma aos 65 anos.

«Claro que vai trazer sempre transtornos mas esta onda de descontentamento social não pode ser imputada aos pilotos», reconheceu João Jardim à margem da inauguração das obras de redimensionamento da Escola Básica do 1/o Ciclo com Pré-Escolar da Igreja, na Freguesia da Camacha.

«Eu compreendo os pilotos, não vou dizer que estou solidário pois obviamente a Madeira sai prejudicada deste surto grevista mas, em consciência, tenho que dizer que compreendo muito as razões que eles invocam», disse.

«Penso que o Governo socialista está autista porque estão a criar, aqui, graves problemas sociais, por exemplo esta loucura, agora, de mais impostos sobre as reformas», acrescentou.

«Isto é tudo uma loucura e não pense o Governo que, brincando à Presidência Europeia, o povo vai esquecer», salientou.

Relativamente ao Orçamento de Estado, em que os deputados do PSD-M na Assembleia da República vão votar desfavoravelmente, Alberto João Jardim comentou que a Madeira «continua a ser roubada» porque o OE baseia-se na segunda Lei das Finanças Regionais e é expressão de «uma trapalhada própria de incompetentes» porque «aparecem a dizer que são uns números e depois dizem que são outros».

Fonte: Texto da autoria da Agência Lusa

publicado por Alberto Pita às 22:50

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