25
Fev 09

A Região Autónoma da Madeira terminou o ano 2006 com um Produto Interno Bruto “per capita” de 97,7% da média da União Europeia, acima dos 92,6% das ilhas Canárias e bem distante dos 68,6% verificados no vizinho arquipélago açoriano.
Os números divulgados agora pelo Eurostat mostram também a dificuldade de Portugal em convergir com o resto da Europa, mantendo-se com 76,4% da média da riqueza do “velho continente”, enquanto que a Espanha já ultrapassou a média dos 27 Estados-membros, encontrando-se em 2006 com um PIB “per capita” de 104,1%.
Curiosamente, são as ilhas portuguesas que empurram para cima a média portuguesa, já que, sem as contabilizar, o PIB “per capita” nacional baixaria quatro décimas, para os 76%.

publicado por Alberto Pita às 12:10
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14
Ago 08

De acordo com a revista Exame, Américo Amorim é agora o homem mais rico de Portugal, destornando assim Belmiro de Azevedo que desde 2004 ocupava o topo dos 100 portugueses mais ricos.

Apesar dos números apresentados por esta publicação portuguesa diferirem, em muito, dos apresentados há uns meses pela americana Forbes (esta revista dizia que Amorim tinha sete mil milhões de dólares), ambas as publicações colocam o patrão do grupo Amorim no top da lista.

Na revista portuguesa, o empresário madeirense Joe Berardo aparece em quarto lugar, com 882 milhões de euros. Mas a Forbes já tinha avaliado a mesma fortuna em perto de dois mil milhões de dólares.

Horário Roque é outra figura a aparecer no top 10 dos mais ricos. Apesar de frequentemente ser chamado madeirense, Horácio Roque, presidente do Banco Internacional do Funchal, nasceu em Oleiros, Castelo Branco. Na lista, ocupa a 10.ª posição, dado o seu património de 726 milhões de euros.
Dionísio Pestana, nascido na África do Sul mas filho de madeirenses, também está na lista do 100 + com uma fortuna avaliada em pouco mais de 400 milhões de euros. Ocupa, por isso, o 15.º lugar.

 

publicado por Alberto Pita às 19:31

07
Ago 08

No espaço de um ano a posição do empresário madeirense Joe Berardo no maior banco privado português, o BCP, desvalorizou cerca de 350 milhões. O investidor madeirense é o maior accionista individual do banco e tem actualmente, de acordo com os últimos dados disponíveis, uma participação de 6,18% no capital do BCP. O “tombo” na  carteira de Joe Berardo reflecte a conjuntura dos mercados accionistas e a crise que assolou o BCP no último ano.
Em Julho de 2007, as acções do banco cotavam nos 3,14 euros, o que avaliava a sua participação de 5,96% em 673,7 milhões de euros. Actualmente, cada acção do banco custa 1,145 euros, o que avalia os 6,18% do accionista na instituição bancária em cerca de 325,5 milhões de euros. Feitas as contas, o investidor tem uma menos-valia potencial de 348,2 milhões de euros.
No mesmo período, últimos doze meses, as acções do banco liderado por Carlos Santos Ferreira recuaram 63,5%. E só este ano, a cotação do BCP já desceu 56,4%.
A tensão nas bolsas tem afectado o sector da banca e o BCP não é excepção. Prova disso são os resultados apresentados no primeiro semestre deste ano, que desceram 67%, reflectindo a desvalorização de quase 10% no BPI.
Para além disso, resolvida a guerra de poder entre Jardim Gonçalves e Paulo Teixeira Pinto, eleita uma nova administração e reconhecidas as perdas na participação do BPI, os accionistas do BCP esperavam que os títulos reflectissem o regresso à paz. Mas, pelo contrário, o BCP já perdeu metade do seu valor, sendo afectado pela crise financeira quando a crise institucional se começava a amenizar.
Berardo fez fortuna a comprar e vender participações em empresas. Em entrevista ao Diário Económico, em Junho de 2007, o investidor confessou: “quando perco, saio”. Berardo vendeu a participação na Teixeira Duarte e na PT. Na Zon Multimédia é o sexto maior accionista, com 4,34% do capital.

Texto da autoria integral do Diário Económico

publicado por Alberto Pita às 13:08

19
Jul 08

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, criticou esta sexta-feira que um «país teso como é Portugal» conceda crédito a uma Angola com «petróleo e diamantes» e recuse à Madeira a possibilidade de contrair empréstimos para o seu desenvolvimento, noticia a Lusa.

«Angola tem petróleo, diamantes e tem mais não sei o quê, um país teso como Portugal vai a Luanda abrir linhas de crédito e a Madeira, que precisa de créditos que é a Madeira que paga, o primeiro ministro proibiu a Madeira de recorrer ao crédito», disse numa inauguração no Estreito de Câmara de Lobos.

«O que eu peço é que não criem problemas aos outros, é que não criem problemas ao povo madeirense e que não se vinguem no povo madeirense por razões que são meramente partidárias até porque é feio, estar-se a vingar num povo que está a trabalhar, que está a desenvolver Portugal, aqui, nestas ilhas do Atlântico», acrescentou.

O Centro Comunitário inaugurado esta sexta-feira é uma obra da Câmara Municipal do concelho de Câmara de Lobos que ascendeu a 245 mil euros.

Fonte: Portugal Diário

publicado por Alberto Pita às 15:24

03
Jun 08

A Madeira vai absorver 76% dos fundos que o Estado vai disponibilizar a 36 autarquias e regiões do país com o objectivo de as ajudar a reduzir o prazo médio de pagamento a fornecedores, no âmbito do programa Pagar a Tempo e Horas.
Do total de 134 milhões de euros que a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) se disponibiliza a emprestar às câmaras e regiões seleccionadas, a Madeira deverá ficar com 102,6 milhões, enquanto as restantes 35 autarquias terão acesso a 31,3 milhões.

Fonte: Jornal de Negócios

publicado por Alberto Pita às 00:58

23
Jan 08
A Assembleia Legislativa aprovou hoje o valor da retribuição mínima mensal garantida para vigorar em 2008 na Madeira que será no valor de 434,52 euros, ou seja, mais 8,52 euros do que a nível nacional.
publicado por Alberto Pita às 18:58

18
Dez 07

A Madeira irá receber fundos comunitários na ordem dos 735 milhões de euros entre 2007-2013, o que representa uma redução de 26% em relação ao quadro comunitário anterior, disse o secretário regional das Finanças madeirense.
Ventura Garcês falava no Funchal, à margem da sessão pública de apresentação oficial dos Programas Operacionais da Região Autónoma da Madeira para os próximos anos, cuja organização é da responsabilidade do Instituto de Desenvolvimento Regional.

O governante enunciou que os apoios serão divididos por vários programas, o Fundo de Coesão (100 milhões de euros), Feder (320 milhões), Fundo Social Europeu (125 milhões), Feader (175 milhões), IFOP (10 milhões) e Cooperação Territorial (5 milhões).

«Conforme está previsto no Plano de Desenvolvimento Económico e Social da RAM, vamos apostar num novo ciclo económico para a Madeira e as verbas serão aplicadas na qualificação das pessoas, na modernização do tecido empresarial, na sociedade do conhecimento e na inovação», adiantou.

«Todas estas são áreas estratégicas para manter a região num patamar de desenvolvimento e crescimento económico e social de forma mais sustentável», realçou.

Ventura Garcês salientou que com base nos critérios da União Europeia, com base a média do PIB per capita, a Madeira já ultrapassou o patamar dos 2,75%, deixou de ser região de Objectivo 1 e «está sujeita às regras comunitárias», pelo que os fundos foram agora reduzidos.

«Esperemos que a UE continue a apoiar as regiões ultraperiféricas, se não for esta questão do PIB para determinar a atribuição de fundos, sejam outras, como por exemplo a dimensão, que representa custos acrescidos por ser um território mais pequeno e de mercado exíguo», defendeu.

O secretário regional das Finanças salientou ainda que a Madeira fica duplamente penalizada porque «vem também menos dinheiro do Estado português».

«O Governo da República prometeu à população que iria contemplar verbas para salvaguardar esta perda de fundos, só que tal não aconteceu e a Lei das Finanças Regionais implicou mais um corte de transferências paras as regiões autonónomas», destacou.

Ventura Garcês defendeu ainda a redução do IVA em todo o território nacional, visto que «muitas empresas e muito consumo em vez de ser feito em Portugal é feito em Espanha, que tem uma taxa muito mais baixa».

«É uma situação que Portugal deve rever», sustentou, acrescentando que se «simultaneamente a Madeira reduzir o valor para 35% irá ao encontro das reivindicações dos empresários da região no sentido de tornar o arquipélago mais competitivo», disse.

Para o governante, essa medida permitiria «aumentar o consumo e a região poderia arrecadar mais receita. Se a Madeira for competitiva a nível internacional, com a diminuição da taxa do IVA, naturalmente, será mais atractiva para empresas internacionais virem e desenvolverem as suas actividades neste território».

Fonte: Texto da autoria integral de Diário Digital/Lusa

publicado por Alberto Pita às 19:57

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