Alberto João Jardim disse, sábado, em Guimarães que «a ASAE é mais uma peça burocrática de um regime político que não subscreve, no continente».
Comentando o epíteto de 'fascismo higiénico' dado pelo mordomo-mor da Confraria Gastronómica «Panela ao Lume», Gonçalo Reis Torgal, à actividade da ASAE, Jardim foi irónico: «ouço falar disso, mas, felizmente, na região autónoma essa é uma das nossas competências pelo que não temos disso».
O político madeirense foi entronizado como membro de honra da Confraria durante uma cerimónia que decorreu na sala do Capítulo do Paço dos Duques, antiga residência real e, actualmente, da Presidência da República, e em que teve como «padrinho», um dos seus amigos de sempre, o bracarense Francisco Braga da Cruz.